Médio Oriente





Os anos vão passando e a situação israel-palestiniana vai agravando-se, quando à cerca de 13 anos se pensou ter iníciado um processo de pacificação, mas tal não viria a suceder.
Passados estes anos, Yitzhak Rabin morreu, ele que foi o grande impulsionador da paz. Assiste-se hoje a uma política belicista face aos territórios palestinianos. Por seu lado, Yasser Arafat, continua a chefiar os Palestinianos, mas no entanto, a sua força já não é o que era, havendo o risco do fundamentalismo islâmico se agravar, face a um líder mais fraco.
A Política que tem vindo a ser empreendida por Sharon não conduzirá a mais do que ao agravar do conflito.
Por outro lado, também houve alterações dos grandes patrocinadores da paz, nomeadamente dos EUA, com a substituição de Bill Clinton por George Bush. Esta alteração por si só, veio a agravar o problema em questão, visto a paixão belicista e a sua política fundamentalista face ao Islão, do qual fez bandeira, após o fatídico dia 11 de Setembro.
Outro dos graves problemas, e provavelmente o de acarreta maiores dificuldades de alteração, é o das mentalidades, nomeadamente a cultura radical dos palestinianos, que são educados desde a sua juventude, a não saberem fazer outra coisa a não ser colocar bombas e matar israelitas.
É evidente que a solução é de difícil resolução, e não será alcançada nos próximos anos, mas que terá de passar imperiosamente pela divisão da cidade de Jerusalém, pelo o abandono dos colonatos, pelo fim das represálias militares aos territórios palestinianos, pelo fim dos ataques bombistas, pelo fim dos assassinatos à população civil israelita, por uma alteração de mentalidades e por uma posição não fundamentalista, no qual os lideres religiosos terão de ser parte na solução pacífica, e não colocados à margem de todo este processo.
Considero que tudo isto não será conseguido com estes líderes, Sharon, Arafat, e Bush, sendo que em Israel se começa a dar uma reacção popular anti-Sharon, e George Bush sofreu uma das maiores manifestações que há memória nos EUA.
Passados estes anos, Yitzhak Rabin morreu, ele que foi o grande impulsionador da paz. Assiste-se hoje a uma política belicista face aos territórios palestinianos. Por seu lado, Yasser Arafat, continua a chefiar os Palestinianos, mas no entanto, a sua força já não é o que era, havendo o risco do fundamentalismo islâmico se agravar, face a um líder mais fraco.
A Política que tem vindo a ser empreendida por Sharon não conduzirá a mais do que ao agravar do conflito.
Por outro lado, também houve alterações dos grandes patrocinadores da paz, nomeadamente dos EUA, com a substituição de Bill Clinton por George Bush. Esta alteração por si só, veio a agravar o problema em questão, visto a paixão belicista e a sua política fundamentalista face ao Islão, do qual fez bandeira, após o fatídico dia 11 de Setembro.
Outro dos graves problemas, e provavelmente o de acarreta maiores dificuldades de alteração, é o das mentalidades, nomeadamente a cultura radical dos palestinianos, que são educados desde a sua juventude, a não saberem fazer outra coisa a não ser colocar bombas e matar israelitas.
É evidente que a solução é de difícil resolução, e não será alcançada nos próximos anos, mas que terá de passar imperiosamente pela divisão da cidade de Jerusalém, pelo o abandono dos colonatos, pelo fim das represálias militares aos territórios palestinianos, pelo fim dos ataques bombistas, pelo fim dos assassinatos à população civil israelita, por uma alteração de mentalidades e por uma posição não fundamentalista, no qual os lideres religiosos terão de ser parte na solução pacífica, e não colocados à margem de todo este processo.
Considero que tudo isto não será conseguido com estes líderes, Sharon, Arafat, e Bush, sendo que em Israel se começa a dar uma reacção popular anti-Sharon, e George Bush sofreu uma das maiores manifestações que há memória nos EUA.
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